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Minas na Esportiva - Bruna Leal
Criadora de conteúdo e cool girl dos esportes! ✨🏀
O seu quadro favorito está de volta! 🎉 O novo período de 2026 começou e claro que agente não poderia ficar sem mais uma edição do Minas na Esportiva - um espaço dedicado ao destaque de mulheres incríveis que fazem parte do mundo esportivo. Seja nos bastidores, nas quadras, nas arquibancadas ou nos microfones, elas mostram que lugar de mulher é onde a gente quiser... inclusive na esportiva, sim!
Vem com a gente descobrir as nossas favoritas e entender por que ter minas na esportiva importa (e muito!).

Bruna Leal (@brunanba), mora em São Paulo, é publicitária há mais de 10 anos e torcedora profissional nas horas vagas.
Criadora de conteúdo de basquete desde 2020, Bruna movimenta a comunidade de fãs da NBA com vídeos de grande alcance em seu perfil. Sua missão, por meio dos conteúdos, é tornar o esporte mais leve, divertido e acessível, especialmente para mulheres – tal como este blog que você está lendo!
No papo com o MDT, ela compartilhou detalhes sobre sua trajetória profissional e como fã até se tornar influenciadora do nicho de basquete, cobrindo NBA/NBB e momentos marcantes de sua carreira dupla. Confira mais detalhes desse bate-papo especial abaixo!
MDT: Bru, para começar, primeira perguntinha bem simples. Seu nome, onde você estudou, onde você mora, o seu user nas redes sociais, que é muito importante.
BRU: Meu nome é Bruna, moro em São Paulo e eu sou publicitária. Eu fiz FAAP, mas era bolsista. Eu gosto de falar isso, né? Porque as pessoas acham que a gente é rico, né? Não, eu era bolsista. Meu salário é todo para pagar mesmo com o bolso.
Sou publicitária mas sempre quis ser jornalista. Desde criança, eu queria ser jornalista. E quando eu fui fazer, quando fui me matricular na faculdade, foi aquele ano que jornalismo deixou de ser profissão. Teve um ano que o jornalismo parou de ser considerado profissão. Qualquer pessoa poderia ser senão precisaria fazer faculdade. Foi bem nesse ano que eu estava entrando na faculdade. Aí eu falei, putz, eu vou estudar, fazer quatro anos e depois qualquer pessoa vai poder fazer e tal. Então, eu vou para o mais próximo, né? Aí eu fui para a publicidade.
Comecei com publicidade pensando que daqui a dois anos, quando cair essa lei aí, eu mudo. Acabou que fiquei na publicidade, fiz carreira, fiz tudo bonitinho e cresci dentro da área. Hoje, eu trabalho com publicidade. E, paralelo a isso, comecei nas redes como um hobby, agora já comecei a colher alguns frutos na criação de conteúdo com esporte focado no basquete com o meu perfil @brunanba.
MDT: Essa é exatamente a próxima pergunta. Como é que você começou com essa paixão pelo basquete? Teve alguma influência, algum trabalho na área? O que houve para essa mudança de chave para você se tornar influencer?
BRU: No basquete, em si, começou... Acho que como todo mundo começa, o bichinho pica. Geralmente, no basquete, eu brinco que é sempre um time ou um jogador. O futebol, aqui no Brasil, é muito família. A pessoa cresce com isso, nem sabe se ela é corintiana ou palmeirense porque ela quer mesmo ou se foi porque o pai colocou uma camisa com um mês de vida, né? O basquete, não.
O basquete, geralmente, a pessoa vê um jogador, ela vê um time jogando e ela vai, ela se apaixona nisso. Meu primeiro contato com o basquete foi lá em 2010, quando eu vi o Kobe Bryant. E alguém me contou sobre a Mamba Mentality, tudo que envolvia ele, tudo que ele representava, como ele jogava e tal. E eu fiquei fascinada por aquilo. Publicitária, né? Adoro um storytelling. Eu falei, caramba, que da hora! Que cara da hora, né? Ele vai com sangue nos olhos, ele chega antes de todo mundo.
E aí, eu comecei a acompanhar. Só que eu acompanhava, mas não de forma tão assídua. E lá para 2016, quando eu já estava na faculdade, o Kobe se aposentou e aquilo também foi muito emocionante pra mim. Eu comecei a acompanhar de forma mais assíduam mas até aí, também, tudo bem. Nem pensei em gravar conteúdo nem nada.
Lá para 2019/2020, eu estava casada e eu falava pro meu marido: “olha, eu acho que você deveria fazer uma página de basquete”. Porque assim, tem muito pouco conteúdo sobre isso, cara. Tipo, as pessoas não estão falando sobre isso. A gente não acha conteúdo legal sobre isso. A gente vê pouquíssimas pessoas fazendo isso e são sempre as mesmas pessoas. E você podia falar de um jeito mais engraçado, mais legal, mais bacana. E aí, ele, tipo: “ah, tá bom. Não, ok. Vou fazer e tal.” Aí eu falei: Vou começar a fazer com você pra te empolgar. E no final, eu fiquei muito empolgada e continuei e ele não.
MDT: Caramba o conselho era pra ele, mas serviu muito mais pra você. Pra te dar um gás, né?
BRU: Sim, porque eu sentia muita falta de falar de um jeito que eu gostasse. De falar de um jeito... Eu gosto muito de canais leves. Eu gosto muito da GTV. Eu acompanho muito a Foquinha. Então, assim, eu queria que alguém trouxesse isso pro basquete, pro esporte, uma comunicação que não fosse só estatística. Tipo, ontem foi uma diferença de 35 pontos. Tá, mas e daí, né? Foi bem nessa intenção.
Só que, como eu te disse, eu sempre tive uma carreira corporativa em paralelo a isso, sempre foi muito difícil e eu nunca tinha meio que pegado pra fazer direito. Mas então, eu fui crescendo. Fiz algumas coisas diferentes que as pessoas não faziam, que as pessoas começaram a gostar, dar engajamento e tal. Só que eu nunca tinha me dedicado 100% a isso.
E no final do ano passado, eu falei assim, eu vou me dedicar de verdade a isso. Porque eu senti uma carência muito grande do público, principalmente o público feminino. As meninas começaram a me acompanhar, a me conhecer, montamos um grupo. Hoje eu já tenho um grupo de 300 meninas no WhatsApp. E não é um grupo morto. É um grupo que elas comem todo jogo é absurdo o negócio.
Então, desde novembro/outubro do ano passado, eu comecei a trabalhar pro meu Instagram do mesmo jeito que eu trabalho pros meus clientes e deu muito certo. Deu um boom, acho que dobrou o número em muito pouco tempo.
MDT: Caramba, Bru. Que legal essa reviravolta! Depois você compartilha esse grupo, vou mandar pras meninas. A gente tem algumas meninas aqui no MDT que gostam muito de basquete. A gente adora esse contato.
E você falou que começou a gostar e consumir basquete pelo Kobe. Eu quero saber agora, qual é seu time do coração?
BRU: Eu não tenho um time do coração. Até porque eu tenho vários que eu gosto bastante.
MDT: Mas um que você não perde o jogo. Assim, tá passando a partida uma hora da manhã, putz vou ter que sentar e ter que assistir porque eu não posso perder. Não tem um?
BRU: Tem, mas não pelo time. Eu sou muito lebronzete. Então, quando é o Lakers, eu dou uma atenção a mais. Eu fico meio assim, porque eu sou meio mãe, sabe? Que fala que tem filho favorito. Eu não gosto de falar de time favorito assim, sabe? Mas o Lakers, eu dou uma olhadinha a mais. Mas eu gosto muito do Warriors, especialmente agora por conta do Gui Santos. Tá numa fase ruim atualmente, mas eu gosto muito do Milwaukee Bucks. Também pelo Yannis. Então, eu tenho alguns favoritinhos.
Eu gostei muito que os Blazers foram classificados por conta do nosso técnico brasileiro, Thiago Splitter. Eu amo um time azarão. Então, nessa temporada, eu estou super Detroit. Porque eu amo a história de um azarão que pode ser campeão e estou adorando o que eles estão fazendo.
MDT: Então, a próxima pergunta tem um pouco em relação a isso. Você já teve alguma história marcante com algum time? Alguma memória? Ou uma gafe que já cometeu?
Por exemplo, você está aprendendo a assistir o esporte e aí, você comete um erro de regras, porque o basquete tem algumas regras técnicas de linhas, as pontuações.
BRU: Alguma gafe? Não, até porque eu me coloco muito peso pra saber... eu até brinco, né? Adorei que vocês são o Manual das Torcedoras e na minha bio, tá Torcedora Profissional e eu coloquei isso de propósito, porque tem esse peso muito grande em cima de mulheres falando de esporte, né? Tipo, quem foi que ganhou 1954? Enfim….
Então, eu acho que eu nunca cometi nenhuma gafe nesse sentido. Mas eu tenho duas histórias engraçadas para falar. A primeira, uma vez eu me meti a comparar time de basquete com time de futebol. E eu descobri que futebol é um terreno que dá medo aqui no Brasil. É um terreno hostil.
E assim, no basquete, por mais que as pessoas gostem, elas tenham a paixão, elas sejam fãs. Elas não têm a mesma paixão que tem no futebol. É insano o que os caras sentem, né? Por exemplo, no basquete é normal. Você ter um time e você usar a jersey de vários outros times e tá tudo bem. Aqui, um corintiano nunca vai usar uma camisa de palmeiras, por mais que ele ache bonita, tipo, não acontece isso. E eu num vídeo comparei o Nix com o Vasco. Porque o Nix tinha um grande histórico de bicampeonatos e o Vasco também. Menina, eu fui até ameaçada de morte na minha DM, o cara falou que ia minha casa pra me matar.
MDT: Socorro! Gente, que loucura. Por causa disso.
BRU: Eles são assustadores, assustadores. E outra história engraçada que aconteceu recentemente e eu tô até pra gravar um vídeo sobre isso que foi bem cômico. A NBA me chamou pra participar de um trivia, que eles estão agora pra estrear. E eram dois programas, né? E eu fico muito nervosa com essas coisas, gente. Ai, responde rápido. Ai olha eu fico nervosa e geralmente eu fujo dessas coisas exatamente por isso. Mas eu falei ah, eu vou. Porque a primeira etapa eram cinco pessoas. Se você soubesse, levantava a mão e tal. Falei assim, vai ser mais tranquilo, né? Aí beleza, eu fui. A primeira etapa, achei que foi super de boas. Tipo, eram dez pessoas, eu fiquei em quinto. E eu não saí porque eu errei, eu saí porque era no pedra, papel e tesoura. Só que aí chegou lá no final, eles falaram assim: Vamos vai gravar mais um? Aí eu falei, beleza. Só que esse vídeo era aquele negócio passa ou repassa, sabe?
MDT: Meu deus, sei…
BRU: Cara, ali eu já fiquei nervosa. Ali eu fiquei, o que eu vim fazer aqui? Cara, eu vou passar uma vergonha era pessoas normais e eu que gravo vídeo disso. E menina, me deu branco de tudo. Aí pensa assim, mas eram perguntas difíceis né? Não, eu tava com as perguntas difíceis já na minha cabeça. Era tipo assim, no jogo que o Bam Adebayo marcou 83 pontos, que foi há duas semanas atrás e eu fiz vídeo sobre isso. A pergunta era: Contra qual time foi? E eu não lembrava.
MDT: Bruna do céu! Cara, não vou te julgar porque eu tenho uma memória péssima também. Mas assim, eu imagino o seu nervosismo.
BRU: E é um vai, não vai. Os outros são mais rápidos que você. E pior é que as vezes eu apertava e o Fê falava, responde, eu não sei. Eu só apertei porque eu apertei, uma vergonha. Quando sair o episódio, eu brinquei com as minhas amigas que a gente vai fingir e não vai lembrar disso, a gente vai fingir que não aconteceu.
MDT: Deixa baixo…Foi legal você ter falado isso porque você já têm um contato com a NBA e NBB. Como é que funciona? Você já foi a algum evento? Se sim, teve algum que foi especial pra ti?
BRU: Já faz algum tempo que a NBA é muito legal comigo. Eles são super parceiros. Eu conheço a galera do marketing de lá e eles me chamam pra tudo que eles fazem. Eles fizeram recentemente a CCXP e eles me chamaram pra lá, muito bacana. Na casa da NBA também eles sempre me chamam e eu sinto uma grande valorização do trabalho e eles sempre disponibilizam o NBA League Pass pra eu conseguir assistir os jogos e comentar também. Então a relação é super boa, super bacana.
Com a NBB eu comecei uma relação mais recente e eu confesso que realmente é muita coisa pra pouco tempo e eu tenho um trabalho paralelo. Infelizmente eu não vivo só disso mas quem sabe um dia. Então eu não consigo acompanhar a NBB assiduamente, mas eles me chamaram recentemente pro Jogo das Estrelas e foi super legal. Foi uma experiência bacana da gente ter um assistir um jogo direto da quadra porque a NBA infelizmente ainda tá um pouquinho longe, mas é super legal a minha relação com as duas marcas.
MDT: Caramba que bacana! Adorei. Bru, então agora chegou aquela hora que eu te falei que eu vou te fazer uma perguntinha um pouco mais específica sobre a temporada. A gente pensou, já estamos chegando nos playoffs, tem times que surpreenderam positivamente, tem times que a gente ficou criando expactativa, tinha tudo pra brilhar e não brilhou.
Quem você acredita que chega agora nos Playoffs como o verdadeiro 'fator incógnita? Eu e o pessoal que acompanha o MDT adoraríamos saber a sua visão de torcedora para essa reta final da temporada!
BRU: Hummm difícil. De incógnita eu vou pro Lakers, pelo atual momento deles. Estão dizendo que o Luca vai voltar agora e aí tem várias teorias da conspiração em cima da lesão dele mas eu acho que mesmo se ele ainda tivesse mantido saudável o Lakers, eu brinco, vou fazer até essa comparação com o futebol, é muito Corinthians. A gente nunca sabe o que que vem ali, a gente sempre espera o melhor, mas a gente sempre sofre muito. Eu acho que é sempre uma incógnita, sempre pode surpreender, mas se surpreender vai ser muito sofrido.
MDT: E a sua aposta da temporada? Quem você acha que leva? Você acha que os Lakers levam? Ou acha que tem outro time disparando?
BRU: Não, eu acho que tem muitos times na frente do Lakers pra ganhar. O Denver, o Celtics, o Oklahoma vai tá muito bem também. Só que eu tô torcendo pro Detroit. Então, vamos acompanhar, né? Eu acho que ia ser muito divertido uma final com a azarão. Acho que faz tempo que a gente não tem uma final que a gente se mobiliza tanto. Acho que é da última vez que o Miami Heat foi pra final, também deu essa mobilização nas pessoas de querer ver um time que fazia tempo que não ganhava ressurgir. Então, eu acho que vai ser bacana pra todos nós torcendo. Vai ser um bom plot.
MDT: Vai ser um bom jogo também! E aí, por último, para encerrar nosso bate-papo, aquela nossa pergunta clássica: Qual o principal conselho que você daria pra uma menina que tem um sonho de trabalhar com o NBA/NBB, ou até mesmo com a área esportiva?
BRU: Eu acho que resiliência, porque não é fácil. Infelizmente, é um meio ainda muito machista e é uma coisa muito estrutural ainda na nossa sociedade. Até os homens que não são machistas de fato, eles acabam tendo alguns pensamentos e alguns comentários que às vezes descredibilizam sem mesmo entender.
Até que eu faço muito com a minha comunidade e falar pra eles e até recebi alguns comentários bacanas de tipo, nossa, eu nunca tinha olhado por esse ângulo, caramba que legal ou nossa, eu vou ter cuidado quando eu comentar isso no post de uma menina. Então, assim, a gente acaba levando muito muitas opiniões que às vezes não são tão bacanas só por a gente ser mulher e às vezes só por a gente falar uma coisa que um homem já falou. Então, acho que resiliência é a primeira palavra e entender que tem público.
Eu passei muito tempo desses anos de 2020 até 2025, quando eu me achei e falei como vou nesse caminho, tentando imaginar como é que eu faria conteúdo de esporte falando pra homens, se muitos homens nem querem me ouvir, nem vão passar e sem também partir do princípio de que a gente vê algumas mulheres no esporte de ir pra uma hiper sexualização pra ser ouvido, sabe? Como é que eu vou fazer isso? Eu fiquei muito nessa, cara, eu já tenho 30 a mais, eu não vou ficar pagando de bonitinha só pra me ouvirem, né? E aí, quando comecei a me comunicar como eu gostaria de ver essa comunicação, eu vi que tinham muitas meninas como eu que estavam esperando isso, que querem isso e ainda tem muito.
O Brasil é o segundo país, eu acho, que consome mais NBA fora dos Estados Unidos, só perde pra algum país da Ásia e o Brasil. Então, assim, você vai me dizer que todo esse público é masculino? E até esse público masculino, será eles querem só ver esse tipo de conteúdo, de estatística, eles não querem ver alguma coisa diferente, alguma coisa legal, alguma coisa voltada pro entretenimento. Tem muito chão, tem muito público inexplorado, a gente é um nicho, assim, muito pequeno ainda, se você for ver no esporte em geral, assim, você vê que a gente conhece quase todos os influencers. Agora, me fala todos de maquiagem, por exemplo, ou de beleza. Não dá, de esporte a gente conhece tudo, porque é um nicho ainda muito inexplorado.
E não querendo me alongar tanto, nesse evento da NBA, por exemplo, eu estava conversando com um canal muito grande no YouTube, que produz conteúdo e os caras viraram pra mim e falaram assim, cara, o meu público é 98% masculino. São tão poucas meninas que quando a menina comenta eu sinto falta, eu falo, “nossa, cadê a Desirê que não comentou? Caramba!” Você tá entendendo? Porque é um conteúdo assim, que geralmente a mulher não gosta, é um conteúdo extremamente técnico, mais estatístico, mais, sabe? As mulheres gostam, mas às vezes elas não gostam desse tipo de conteúdo.
O conselho que eu dou é, tem caminho, tem público, tem nicho, tem muita gente aí, só que tem que ter resiliência e continuar fazendo, independente dos comentários que você vai receber, porque, infelizmente, a maioria ainda é bem ruim, mas tem um grande público que vai te acolher e vai te abraçar e isso é ótimo.
MDT: É muito o que você falou, Bru! A gente aqui no MDT começou o projeto exatamente por isso, porque era uma coisa que a gente sentia falta. Eu sou muito fã de Fórmula 1 e a Marcela, que também criou o projeto, é muito fã de futebol, é 100% Corinthians. E a gente sempre consumia muito conteúdo assim, de números e sempre eram homens falando, cara, que coisa chata, não tem uma coisa divertida, não tem alguém falando que o Vasco é um time cunt, ou que a Taylor Swift é o Flamengo no mundinho pop, não tem nada disso, sabe?
E esse foi o principal motivo da gente ter construído esse projeto e eu fico muito feliz que você tenha aceitado conversar com a gente!
BRU: Obrigada. Eu acho que é muito importante, vocês vão longe, um dos meus objetivos no futuro também é evoluir para outros esportes, futebol não, mas outros. Futebol eu fiquei traumatizada. É possível, vocês que estão no caminho certo, acho que lá nos Estados Unidos a gente tem a Mariah Rose, do Hoops for Hotties, que é uma grande inspiração e eu acho que a falta muito aqui no Brasil então continuem assim, não parem. Obrigada mesmo! 💖🏀
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