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Brazilian Storm: conheça os surfistas brasileiros na WSL
A tempestade brasileira invade mais um ano do circuito mundial. Conheça os nomes dos brasileiros que vão ditar o ritmo nas primeiras baterias da WSL este mês.
A maior competição de surfe do mundo está de volta e esse ano com 10 representantes brasileiros! São 9 dentre 34 na categoria masculina e 1 dentre as 23 surfistas femininas.
A WSL – World Surf League – acontece em etapas ao longo do ano e ao redor do mundo. Esse ano, com a mudança no regulamento, a competição será apenas de pontos corridos.
A Brazilian Storm é como a avassaladora presença brasileira na elite mundial do esporte é chamada. Desde 2014 – primeiro título de Gabriel Medina – 8 dos 11 títulos da WSL são de brasileiros.

Foto: Reprodução/Instagram @wsl
Com o retorno da competição esse mês, viemos apresentar os nossos surfistas deste ano! Vem com a gente acompanhar o Brasil detonando nas ondas e ficar pronta para a etapa em Saquarema de 12 a 20 de junho!
Luana Silva
Nossa representante na categoria feminina, Luana, de apenas 21 anos, foi a primeira brasileira a conquistar o título na competição júnior da Liga Mundial de Surfe. Luana terminou no top10 ano passado, é a jovem esperança brasileira e sonha com o ouro olímpico em Los Angeles 2028.

Foto: Reprodução/Instagram @luanasilva__ @henriquepinguim
Ela conta que se inspira na Tati Weston-Webb – brasileira fora do circuito esse ano devido ao nascimento de sua primeira filha – e que conversou muito com Tati para competir com a bandeira do Brasil e não dos Estados Unidos — já que ambas cresceram no Havaí.
Yago Dora
O atual campeão mundial da WSL! Yago venceu de forma brilhante ano passado e é um dos favoritos para a competição esse ano! Atleta de 29 anos, Yago Dora já disse que chega esse ano mais maduro, pronto para a batalha pelo bicampeonato e ansioso pela oportunidade de estar nas Olimpíadas em 2028.

Foto: Reprodução/Instagram @yagodora
Italo Ferreira
Surfista do Rio Grande do Norte, Italo Ferreira já ganhou o Circuito Mundial (CT) em 2019 e o primeiro ouro no surfe em 2021 nas Olimpíadas de Tóquio. Ele está sempre pronto para a briga e terminou ano passado na 4ª colocação no ranking.

Foto: Reprodução/Instagram @italoferreira
Italo teve seu primeiro filho no final do ano passado e está motivado para conciliar a paternidade com a competição na elite do surfe. Ele é outro grande favorito ao título deste ano, pois a última vez da competição sem o formato de Finals foi em 2019, quando ele conquistou a WSL.
Filipe Toledo
Bicampeão da WSL em 2022 e 2023, Filipe ajudou na construção da Brazilian Storm. Filipe voltou ao Brasil ano passado, após morar por 11 anos em Los Angeles. O motivo da volta foi a família (o atleta tem 3 filhos), mas ele não deseja perder o contato com Trestles, onde ocorrerá a competição de surfe na próxima Olimpíada de Los Angeles.

Foto: WSL
Miguel Pupo
Surfista da Baixada Santista, ele terminou a competição do Circuito Mundial de 2025 na 13º posição e foi o 4º brasileiro mais bem colocado. Miguel sonha com o título mundial e participa da WSL ao lado do irmão mais novo Samuel Pupo.

Foto: Reprodução/Instagram @miguelpuposurf
Samuel Pupo
Outro representante da Baixada Santista, Samuca, como é conhecido, volta à elite mundial do surfe após ficar fora do corte ano passado. Ele ainda não ganhou o troféu mais cobiçado do surfe, mas espera chegar competitivo esse ano.

Foto: Reprodução/Instagram @samuel_pupo
João Chianca
Mais conhecido como Chumbinho, ele é o representante carioca da WSL. O surfista chegou a terminar a temporada de 2023 em 4º lugar e vinha forte na briga pela elite, mas sofreu um grave acidente em um treino no final do ano e foi retirado do mar desacordado.
Mesmo com o acidente, Chumbinho conseguiu voltar a surfar e competiu nas Olimpíadas de Paris 2024 em julho.

Foto: Reprodução/Instagram @joaochumbinho
Alejo Muniz
Brasileiro nascido na Argentina, Alejo Muniz tem 36 anos e no início deste ano anunciou sua aposentadoria. O surfista competiu de 2011 a 2016 na WSL – foi aliado de Medina na conquista de seu primeiro título em 2014, derrotando até Kelly Slater –, mas sofreu com lesões e acabou ficando 8 anos fora do Circuito Mundial.

Foto: Reprodução/Instagram @alejomuniz
Ano passado, ele voltou à elite do surfe mundial, mas decidiu que esta será sua última temporada e, como despedida, pretende aproveitar mais o Circuito, se dedicando às baterias, mas também a sua vida pessoal e família.
Mateus Herdy
Catarinense de 25 anos, Herdy tentou se qualificar para o Circuito Mundial mas ficou batendo na trave por 6 anos. Após ganhar o campeonato júnior em 2018 com 17 anos, o surfista finalmente disputará seu primeiro ano na elite do surfe mundial e chega como um jovem reforço a Brazilian Storm.

Foto: Reprodução/Instagram @mateusherdy
Gabriel Medina
O maior campeão brasileiro, Gabriel Medina foi o primeiro brasileiro a conquistar o título na WSL em 2014. Desde então, já foi campeão novamente em 2018 e 2021.
Medina não competiu no ano passado, devido a uma lesão no ombro em um treino em janeiro de 2025. O surfista volta esse ano como um dos grandes nomes do circuito e buscando o inédito 4º título mundial dentre os brasileiros.

Foto: Reprodução/Instagram @gabrielmedina
Se liga torcedoras que a elite do surfe já tá na água e você acompanha todo o show do Brazilian Storm pelo YouTube da WSL, no site oficial ou na tv pelo Sportv ou Globoplay!
Vem torcer pelo Brasil no surf e se preparar para a etapa aqui em Saquarema! 🌊

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